Política de Privacidade
quem somos
A fulcro ai ("fulcro", "nós"), operada pela FULCRO.AI LTDA, CNPJ 68.775.507/0001-50, com sede na Rua Marechal Deodoro, 344, Conj. 152, Centro, Curitiba, PR, Brasil, é um sistema de gestão para clínicas e profissionais de fisioterapia. Esta política explica como tratamos dados pessoais, em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (Lei 13.709/2018, "LGPD").
Encarregado pelo tratamento de dados: Filipe Flausino Rodrigues, pelo e-mail [email protected].
Quando uma clínica usa a fulcro, ela é a controladora dos dados dos seus pacientes e leads, e a fulcro atua como operadora, seguindo as instruções dela. Para os dados de cadastro dos usuários do sistema, o e-mail e as credenciais da conta Google que o profissional conecta e os dados dos inscritos na Demo ao vivo e dos contatos comerciais da própria fulcro, a fulcro é a controladora.
dados que tratamos
- Conta dos profissionais: nome, e-mail, telefone e papel de acesso, para autenticação e permissões.
- Contratação e faturamento: CPF ou CNPJ e dados para cobrança e nota fiscal. Os dados do cartão são digitados no ambiente da instituição de pagamento e não ficam guardados na fulcro.
- Dados de pacientes, inseridos pelos profissionais de saúde: identificação, contato e registros clínicos, incluindo dados de saúde, tratados sob sigilo profissional.
- Atendimento e leads: conversas da clínica com pacientes e interessados, agenda, registros financeiros e documentos gerados.
- Inscritos na Demo ao vivo e contatos comerciais da fulcro: nome, WhatsApp, e-mail, se é fisioterapeuta e a origem da visita (detalhes abaixo).
- Pedidos de ajuda: mensagens, anexos e o retrato técnico do navegador enviados pelo botão de ajuda do sistema (detalhes abaixo).
- Conexão com a Google Agenda (opcional): o e-mail da conta Google do profissional, as credenciais de acesso e os horários dos compromissos (detalhes abaixo).
- Registros de auditoria: quem fez o quê e quando.
para que usamos e com que base legal
- Fazer o sistema funcionar para a clínica: execução de contrato (art. 7º, V da LGPD).
- Registros clínicos: tutela da saúde, sob sigilo profissional (art. 11, II, f).
- Guarda de prontuário por 20 anos: cumprimento de obrigação legal. Como o prontuário contém dado de saúde, a base é o art. 11, II, a.
- Auditoria e controle de acesso: legítimo interesse (art. 7º, IX) e, quando envolver dado sensível, garantia da prevenção à fraude e da segurança do titular (art. 11, II, g).
- Prestar suporte e resolver problemas técnicos, o que pode incluir acesso pontual da equipe da fulcro à conta da clínica, restrito a pessoas autorizadas, registrado e sob sigilo: execução de contrato (art. 7º, V) e, quanto aos dados de saúde, a mesma tutela da saúde que ampara a clínica (art. 11, II, f).
- Acompanhar como cada clínica usa o sistema, com números somados por clínica (quantidade de pacientes, atendimentos e leads, valores de vendas e de recebimentos registrados e a nota de satisfação), sem identificar nenhum paciente, para conhecer os clientes que mais usam o sistema e oferecer benefícios a eles: legítimo interesse (art. 7º, IX).
- Atender os pedidos de ajuda de quem usa o sistema: execução de contrato (art. 7º, V).
- Conectar a Google Agenda do profissional, quando ele escolhe conectar: consentimento do próprio profissional (art. 7º, I), dado quando ele clica em "Conectar Google Agenda" e autoriza o acesso na tela de permissão do Google. Ele pode revogar esse consentimento a qualquer momento, sem custo, em "Desvincular agenda".
- Levar à Google Agenda do profissional as consultas dos pacientes dele: tratamento da clínica, que é a controladora desses dados, com as bases dela (execução de contrato, art. 7º, V, e, quanto ao dado de saúde que a observação da consulta pode trazer, tutela da saúde, art. 11, II, f). A conta Google do profissional pode guardar esses dados fora do Brasil (art. 33, IX).
- Confirmar a inscrição na Demo e mandar os lembretes: procedimentos preliminares a um contrato, a pedido de quem se inscreveu (art. 7º, V).
- Contatos comerciais seguintes e medição de anúncios: legítimo interesse (art. 7º, IX), sempre com a opção de sair; os cookies de medição de anúncios no site: consentimento (art. 7º, I), dado no aviso de cookies.
inscritos na Demo ao vivo e contatos comerciais
Quem se inscreve na Demo ao vivo, ou libera os valores dos planos no site, nos informa nome, WhatsApp, e-mail e se é fisioterapeuta. Junto, guardamos a página do site e a origem da visita (o anúncio, a campanha ou o link de parceiro que trouxe a pessoa). O endereço IP não entra no cadastro da inscrição: guardamos só uma versão cifrada dele, para barrar tentativas abusivas no formulário.
- Para que: confirmar a inscrição, enviar o link da sala e os lembretes da Demo, e conversar sobre a contratação da fulcro. Não vendemos nem cedemos essa lista.
- Como chegam as mensagens: a confirmação e os lembretes vão por WhatsApp e por e-mail.
- Como sair: responda SAIR no WhatsApp ou use o link para deixar de receber, no fim do e-mail. Os lembretes e os contatos comerciais param. Para apagar os dados, escreva para [email protected].
- A sala da Demo é uma videochamada: ao entrar, o nome que você usar e, se você ligar, sua câmera e seu microfone ficam visíveis aos outros participantes.
- Por quanto tempo: enquanto houver conversa sobre a contratação e por até 24 meses depois do último contato. Depois disso, os dados são excluídos ou anonimizados. Se a pessoa se torna cliente, passam a valer as regras da conta.
pedidos de ajuda dentro do sistema
Quem usa o sistema pode pedir ajuda à equipe fulcro pelo botão de ajuda. Para atender o pedido, guardamos quem o abriu, a clínica, o papel de acesso, o assunto escolhido, a tela de onde o pedido saiu, as datas de cada passo e a avaliação do atendimento, além das mensagens e dos anexos (prints e PDFs). Nos pedidos sobre algo que quebrou, vai junto um retrato técnico do navegador, tirado quando o painel de ajuda abre: os erros da tela, as chamadas ao servidor que falharam e o endereço técnico dos últimos botões clicados, sem o texto da tela. Nos outros pedidos, esse retrato não é enviado.
- Máscara automática: antes de gravar, o sistema troca CPF, CNPJ, telefone e e-mail escritos no texto por um aviso de "removido". A máscara não alcança nomes, diagnósticos nem o que aparece dentro de um print. Por isso o painel pede para não escrever nem mostrar dado de paciente.
- Por quanto tempo: as mensagens e os anexos são apagados 48 horas depois de enviados. Ficam as datas, o estado do pedido, quem o abriu, o assunto, a tela de origem e, nos pedidos sobre algo que quebrou, o retrato técnico, que não tem texto escrito pela pessoa. Eles servem para medir o atendimento e corrigir defeitos. Se o pedido sumir antes de ser resolvido, a equipe fulcro entra em contato com o responsável pelo sistema da clínica por WhatsApp ou e-mail.
- Cópias de segurança: as cópias cifradas do banco de dados, usadas só para recuperar o sistema em caso de falha, seguem o calendário de guarda delas e podem conter mensagens que ainda estavam dentro das 48 horas no dia da cópia. Os anexos não entram nessas cópias.
- Quem vê: a equipe fulcro e, na clínica, quem abriu o pedido e o responsável pela clínica.
- Defeito do sistema: Quando o pedido é sobre algo que quebrou, ou quando a equipe identifica um defeito a partir de outro pedido, o texto e o retrato técnico (quando houver) também vão para a fila de correção da equipe. Se a falha for investigada na ferramenta de desenvolvimento da fulcro, de acesso restrito à equipe, o texto do pedido não vai para lá: ficam guardados ali apenas o retrato técnico e, quando a equipe fulcro escrever, um resumo do defeito nas palavras da equipe, já sem CPF, CNPJ, telefone e e-mail. Nessa ferramenta, um assistente de inteligência artificial contratado lê o retrato técnico e o resumo para ajudar a achar a causa. Investigações abertas antes de 30 de setembro de 2026 podem guardar ali uma cópia do texto do pedido.
- Análise automática: quando está ligada, o texto da dúvida, já sem CPF, CNPJ, telefone e e-mail, é enviado a um provedor de inteligência artificial contratado, para indicar o passo a passo certo. O custo é da fulcro, e o provedor segue as regras da seção "com quem compartilhamos".
armazenamento no navegador e medição de anúncios
O site e o sistema guardam pequenas informações no seu próprio navegador (armazenamento local e cookies), sem dado de saúde:
- Preferências e funcionamento: a sessão de login, o idioma e escolhas de tela no sistema; no site, a marca de que você já se inscreveu, para não pedir a inscrição de novo, e a sua resposta ao aviso de cookies, por 12 meses.
- Origem da visita: o código do parceiro que indicou o site, por até 60 dias, e os identificadores do anúncio ou da campanha que trouxe você, enviados junto com a inscrição e com o cadastro da conta; se você aceitar a medição de anúncios, eles ficam guardados por até 90 dias.
- Medição de anúncios, só se você aceitar no aviso de cookies: no site, blog incluído, o código da plataforma de anúncios registra cada página visitada e grava no navegador os identificadores de navegador e de clique dela. Antes da resposta, e depois de um Recusar, esse código não carrega, e os cookies de medição que já existiam são apagados. No sistema (o app), inclusive na página de cadastro, não há código de plataforma de anúncios; ao criar a conta, o cadastro lê esses identificadores, quando existem, e os guarda na conta junto com a origem da visita, para acompanhar a primeira compra.
Quando a medição de anúncios está ligada, avisamos às plataformas de anúncio em que a fulcro anuncia quando há uma inscrição, um clique no site para conversar com a fulcro pelo WhatsApp, uma conversa nova com a fulcro pelo WhatsApp, um contato que o funil de vendas da fulcro passa a considerar qualificado (pelo perfil e pelo faturamento informados), um contato que aceita conversar com a equipe (a demonstração ao vivo ou uma conversa individual), a conversa individual realizada, uma conta criada, o início de uma assinatura (a escolha do plano, com o valor) e a primeira compra de cada clínica, com o valor, para saber qual anúncio funcionou. Quem a equipe da fulcro cadastra à mão, inclusive quem ela convidou pessoalmente, não é avisado às plataformas. E-mail, telefone, nome e sobrenome, cidade, estado, país e o código interno do cadastro seguem protegidos por hash, uma codificação de mão única que a plataforma só consegue comparar com os dados que ela já tem. Por exigência dessas plataformas, seguem também, quando existem, o endereço IP, a identificação do navegador e os identificadores de clique e de navegador das próprias plataformas. Quem chegou por um anúncio que abre a conversa no WhatsApp tem esses avisos enviados também pelo canal de mensagens da própria plataforma, só com o identificador do clique e o da conta de WhatsApp da fulcro. O endereço IP não é guardado nesse envio; a identificação do navegador fica guardada por até 7 dias, para acompanhar a primeira compra. Quem recusa a medição no aviso de cookies do site não é avisado às plataformas, nem pelo servidor: nem a inscrição, nem a conta criada, nem os passos seguintes. Quem não respondeu ao aviso, ou falou com a fulcro só pelo WhatsApp, onde não há aviso, é avisado pelo servidor, sem os cookies de medição, com base no legítimo interesse; para sair, basta recusar no aviso ou escrever para [email protected]. A resposta ao aviso muda a qualquer momento pelo botão "Mudar minha escolha sobre cookies", no alto da política de privacidade do site (fulcroai.com.br/privacidade). A clínica pode ligar a mesma medição para os anúncios dela; nesse caso, ela é a controladora, e a fulcro faz o envio em nome dela.
com quem compartilhamos
Compartilhamos dados apenas com fornecedores contratados para o serviço funcionar, por categoria: infraestrutura de hospedagem e banco de dados, com dados no Brasil; meios de pagamento; envio de e-mails do sistema; infraestrutura de mensageria e videochamada; plataformas de anúncio, quando a medição está ligada; e provedores de inteligência artificial e de transcrição contratados. Para conferir se o endereço do atendimento em casa fica dentro do raio da clínica, o endereço, sem nome nem telefone, é consultado também em serviços públicos de CEP e de mapa, que não são contratados e podem ficar fora do Brasil: BrasilAPI, Photon e OpenStreetMap. Quando o paciente manda um link de mapa, o sistema abre o link para ler a localização. Não vendemos dados.
Alguns desses fornecedores, como os de inteligência artificial e de comunicação, processam dados fora do Brasil. Essa transferência acontece para executar o serviço contratado ou os procedimentos pedidos pelo titular (art. 33, IX, da LGPD).
Os provedores de inteligência artificial não usam os dados para treinar modelos de terceiros. No assistente clínico, os dados de cadastro do paciente (nome, CPF e contato) não são enviados: seguem a idade, o sexo e o conteúdo clínico da avaliação, inclusive o texto da consulta gravada, quando houver. Arquivos e gravações seguem como estão e podem trazer o nome ou a voz do paciente: o exame anexado à avaliação (foto ou PDF), quando o profissional pede a leitura dele ou a análise daquela avaliação, e o áudio da consulta gravada, quando ele pede a transcrição, que o provedor contratado processa apenas para gerar o texto.
A relação nominal de fornecedores (suboperadores) é disponibilizada mediante solicitação ao encarregado.
uso de dados do Google (Google Agenda)
Em resumo. Conectar a Google Agenda é opcional: sem ela, a agenda do sistema funciona do mesmo jeito. Quem conecta autoriza o sistema a ler o e-mail da conta Google e a ver e editar os eventos das agendas de que é dono. O sistema usa só a agenda principal: leva para lá as consultas, traz de lá os horários ocupados e, se o profissional ligar as notificações, avisa antes de cada compromisso. Os dados do Google não são vendidos, não vão para anúncios, não treinam inteligência artificial, e a equipe fulcro não vê os compromissos. Para desligar, use "Desvincular agenda", na aba Agenda.
O que o sistema acessa. Na tela de permissão do Google, o sistema pede a identificação da conta, o endereço de e-mail da conta Google e a permissão de ver, criar, alterar e excluir eventos nas agendas de que você é dono, a menor que atende ao que o sistema faz. Da identificação da conta, ele guarda só o e-mail. Ele não lê mensagens de e-mail, contatos, arquivos, nome, foto nem outro dado da conta Google. Contas conectadas até 30 de setembro de 2026 podem ter dado a permissão anterior, que vale para todas as agendas da conta. Nelas também só a agenda principal é usada. Ao reconectar, o sistema passa a usar só a permissão menor, mas a anterior não é cancelada sozinha no Google: para cancelá-la, use "Desvincular agenda" antes de conectar de novo, ou retire o acesso nas configurações da conta Google.
Para que usamos.
- E-mail da conta: o sistema lê e guarda o endereço de e-mail da conta Google conectada. Ele mostra qual conta está ligada, ao próprio profissional e a quem, na clínica, pode ver a agenda dele. O paciente convidado por e-mail também o vê, porque o convite sai da conta Google do profissional. Serve também para perceber quando ele reconecta com outra conta e para reconhecer um convite que ele recusou, que não bloqueia horário.
- Mostrar os compromissos: o título, o local, a descrição e os links dos compromissos da agenda principal aparecem dentro do sistema, na conta do próprio profissional. Eles são lidos do Google quando a Agenda abre e não ficam guardados no sistema.
- Bloquear horário: de cada compromisso pessoal que ocupa a agenda, o sistema guarda só o dia, o horário e o identificador do evento no Google, sem título, local nem descrição. Na agenda da clínica, ele aparece como horário bloqueado. Entram os compromissos de até 180 dias à frente e, na primeira leitura, os dos 7 dias anteriores. A leitura se repete a cada poucos minutos. O horário bloqueado ocupa a agenda, mas não conta como consulta marcada nas metas e na comissão da equipe nem na previsão de estoque.
- Conferir na hora de marcar: quando alguém da clínica marca uma consulta pela tela de agendamento, o sistema pergunta ao Google se o profissional tem compromisso naquele horário e devolve só "livre" ou "ocupado". A atendente de inteligência artificial não faz essa pergunta: ela usa os horários bloqueados que o sistema já guardou.
- Levar as consultas para o Google: o sistema cria, atualiza e apaga, na agenda principal do profissional, os eventos das consultas dele. Ao conectar, as consultas já marcadas para os próximos 180 dias também vão. O evento leva o tipo da consulta, o código do paciente, o local do atendimento (quando não é a casa do paciente) e o link da chamada, quando houver. Se o responsável pela clínica ligar a opção "Mostrar nome e dados do paciente nos eventos do Google", o evento leva o nome do paciente no lugar do código, a observação da consulta e, na visita domiciliar, o endereço da casa dele.
- Mudança feita no Google: se o profissional apagar no Google o evento de uma consulta, a consulta é desmarcada no sistema: fica registrada como cancelada, e nada é apagado. Se ele mudar lá o horário de início ou de fim, o horário muda aqui. Para a equipe e para o paciente, vale como uma remarcação ou desmarcação feita no sistema: os lembretes da consulta pelo WhatsApp passam a trazer o novo horário, ou deixam de ser enviados, e, se era a única consulta marcada de um interessado, as mensagens de retomada de contato podem voltar. Mudar o título, o local, a descrição ou os convidados não altera a consulta. Na sessão de tratamento que já tem uma evolução registrada e ligada a ela, apagar o evento no Google ou mudá-lo de dia lá não altera a consulta aqui: vale o que está no sistema. A desmarcação feita no Google não chega às plataformas de anúncio nem à agência de anúncios da clínica: para a medição de anúncios, a consulta continua marcada.
- Convite ao paciente: a tela de agendamento traz a opção "Convidar o paciente por e-mail", que já vem marcada e pode ser desmarcada. Com ela marcada, se quem atende tem a Google Agenda conectada e o paciente tem e-mail no cadastro, o e-mail do paciente entra no evento como convidado, e o Google envia a ele o convite em nome do profissional. O paciente vê o que o evento mostra. Numa série de sessões, só a primeira leva convite.
- Lembrete: cerca de uma hora antes de cada compromisso com hora marcada da agenda principal, inclusive os pessoais, o profissional recebe um aviso com a hora, o título e o local, nos aparelhos em que ligou as notificações do sistema. Ao sair da conta pelo botão "Sair", as notificações daquele aparelho são desligadas. Se a sessão terminar de outro jeito, como quando a conta entra em outro aparelho, o aviso continua chegando até as notificações serem desligadas nele: em aparelho compartilhado, quem estiver usando vê o aviso. Para não avisar duas vezes, o sistema guarda o identificador do evento e a hora de início, e apaga essa marca depois de 7 dias.
- Mudar ou liberar um horário bloqueado: a pedido feito na conta do próprio profissional, o sistema muda no Google o horário de um compromisso pessoal dele ou o marca como "Disponível", para liberar o horário na clínica. O compromisso não é apagado do Google. O responsável pela clínica, os colegas e a equipe fulcro não conseguem fazer isso por ele.
- Videochamada: quando a consulta é online e ainda não tem link, o sistema pede ao Google uma sala do Meet, se a clínica escolheu o Meet ou não escolheu outra plataforma. O link fica guardado na consulta, à vista de quem pode ver aquela consulta na clínica. Ele segue para o paciente pelo WhatsApp, quando a atendente de inteligência artificial confirma o agendamento e nos lembretes da consulta, e no convite do Google, quando a opção de convidar está marcada.
Quem vê e com quem compartilhamos.
- Quem vê: o título, o local e a descrição dos compromissos pessoais aparecem só para o próprio profissional: dentro do sistema, na conta dele, e no lembrete, nos aparelhos em que ele ligou as notificações (veja "Lembrete"). O restante da equipe da clínica vê apenas o horário bloqueado.
- Equipe fulcro: no acesso de suporte à conta do responsável pela clínica, feito para resolver um problema, restrito a pessoas autorizadas e registrado, a Google Agenda fica fechada. Quem atende não vê os compromissos, o e-mail da conta Google nem os horários bloqueados que vieram do Google: eles não aparecem para ele nem na agenda, nem no registro de auditoria, nem na exportação de dados da clínica. Ele não conecta, não desvincula, não muda nem libera horário no Google e não ativa notificações no aparelho dele. Ele vê só: se a Google Agenda do profissional está conectada (ou precisa ser reconectada) e quando foi a última sincronização; o registro do consentimento (veja "O que fica e por quanto tempo"); os bloqueios feitos no próprio sistema; as consultas como estão no sistema, inclusive as mudadas ou desmarcadas no Google; o link da videochamada guardado na consulta; nas conversas com os pacientes, os horários livres que a atendente de inteligência artificial já ofereceu, que descontavam os horários bloqueados do Google; e, ao marcar uma consulta, o aviso de que o horário está ocupado no Google, sem nada do compromisso. No "Testar a atendente", na conversa e no teste com um paciente de mentira, os horários livres que ela oferece a quem atende são calculados sem os horários bloqueados do Google. A conversa dos testes que o responsável pela clínica faz no login dele, calculados com a Google Agenda, não aparece para a equipe fulcro, nem no acesso de suporte. A consulta que ele marcar ou desmarcar vai para o Google do profissional como qualquer outra.
- Inteligência artificial: o título, o local e a descrição dos compromissos não são enviados a provedores de inteligência artificial. Da Google Agenda, a atendente de inteligência artificial recebe só o que o sistema tira dela: os horários livres (que já descontam os horários bloqueados), a resposta "livre" ou "ocupado" e o dia e a hora das consultas marcadas do contato, que podem ter sido mudados no Google. Ela lê também o link da videochamada, que está na conversa com o paciente.
- Compartilhamento: os dados recebidos do Google, e o que o sistema tira deles, também não são usados em análise de crédito nem entregues a revendedores de dados. Eles passam apenas pelos fornecedores que fazem o sistema funcionar: a hospedagem e o banco de dados; as cópias de segurança cifradas; no lembrete, o serviço de notificações do navegador ou do aparelho, por onde o aviso trafega cifrado; na conversa com o paciente pelo WhatsApp, o serviço de mensagens e, quando a mensagem ao paciente sai em áudio, o provedor de voz; e os provedores de inteligência artificial que a atendente usa, inclusive para resumir e conferir a conversa e, no teste que o responsável pela clínica faz no login dele, para avaliar a conversa e fazer o papel do paciente. Por eles passam o link da videochamada, os horários livres, a resposta "livre" ou "ocupado" e o dia e a hora das consultas, inclusive quando foram mudados ou desmarcados no Google.
- Credenciais de acesso: as credenciais que o Google entrega ao sistema (tokens) ficam guardadas no banco de dados, em área que o navegador e os usuários da clínica não leem; na fulcro, só quem administra o banco de dados tem acesso a ela. Junto ficam o e-mail da conta e os marcadores da sincronização (quando foi a última leitura e de onde continuar). A fulcro é a controladora das credenciais e do e-mail da conta. As credenciais entram nas cópias de segurança cifradas do banco. A comunicação com o Google é sempre cifrada.
Como desligar e o que fica guardado.
- Desvincular agenda: na faixa Google Agenda da aba Agenda, o próprio profissional desliga a conexão a qualquer momento. As credenciais, o e-mail da conta e os marcadores da sincronização são apagados, o sistema pede ao Google o cancelamento do acesso, e os horários bloqueados futuros que vieram daquela agenda são cancelados. Para conferir, veja nas configurações da conta Google os aplicativos com acesso à conta. O acesso também pode ser retirado por lá: o sistema deixa de ler e de escrever na agenda, e as credenciais, já sem uso, saem com o "Desvincular agenda".
- Profissional arquivado: quando a clínica arquiva um profissional, o sistema tira da Google Agenda dele as consultas futuras que tinha levado para lá e, em seguida, desliga a conexão como no "Desvincular agenda". Isso começa em até 5 minutos. Se o Google não deixar tirar as consultas, o sistema tenta por até 24 horas e depois desliga assim mesmo. Nesse caso, ou se o acesso já tinha sido retirado no Google, o que ficou na agenda dele só ele apaga.
- Clínica com o acesso suspenso (fora do teste, da carência de atraso e do período já pago): o sistema deixa de ler a Google Agenda de tempos em tempos, de reenviar para lá as consultas pendentes e de mandar o lembrete. Continua o resto: a consulta marcada, remarcada ou desmarcada no sistema vai para o Google, a Agenda mostra ao profissional os compromissos dele e a conferência "livre" ou "ocupado" segue. A conexão fica guardada por até 30 dias: se a assinatura voltar nesse prazo, a leitura periódica e o lembrete voltam sozinhos. Passados 30 dias com o acesso suspenso, o sistema desliga a conexão como no "Desvincular agenda" e, se a clínica voltar depois, cada profissional conecta de novo.
- O que fica e por quanto tempo: o e-mail da conta, as credenciais e os marcadores da sincronização ficam guardados enquanto a conexão existe e saem com o "Desvincular agenda", com o arquivamento do profissional, depois de 30 dias com o acesso da clínica suspenso ou a pedido. A marca de lembrete já enviado é apagada depois de 7 dias. Os horários bloqueados já passados e os cancelados ficam no histórico da agenda da clínica, só com dia, horário e identificador do evento. Eles aparecem também no registro de auditoria e na exportação de dados da clínica e não têm prazo automático de exclusão. Desde 30 de setembro de 2026, fica também o registro do consentimento, que é a prova dele: quem autorizou, quando autorizou pela primeira vez com cada versão desta política, que versão era e a identificação do navegador usado nessa vez. O sistema grava esse registro quando o Google devolve a autorização. Ele é guardado como prova do que foi autorizado, mesmo depois do "Desvincular agenda" ou de um pedido de exclusão, e o responsável pela clínica pode consultá-lo. A conexão que já existia antes desse registro só o ganha quando o profissional conecta de novo. Os eventos de consulta que o sistema criou continuam na agenda do Google do profissional, menos os futuros tirados no arquivamento, e ele pode apagá-los lá. As cópias de segurança já feitas seguem o calendário de guarda delas. Para pedir a exclusão do que ficou guardado, escreva para [email protected].
O uso que a fulcro ai faz das informações recebidas das APIs do Google segue a Política de Dados do Usuário dos Serviços de API do Google, incluindo os requisitos de Uso Limitado (Limited Use). A fulcro não usa dados recebidos do Google para desenvolver, melhorar ou treinar modelos de inteligência artificial ou de aprendizado de máquina, nem os repassa a ninguém para isso.
fulcro ai’s use and transfer to any other app of information received from Google APIs will adhere to Google API Services User Data Policy, including the Limited Use requirements. fulcro ai does not use information received from Google APIs to develop, improve, or train artificial intelligence or machine learning models, and does not transfer it to anyone for that purpose.
seus direitos
A LGPD (art. 18) garante confirmação do tratamento, acesso, correção, portabilidade, oposição a tratamento baseado em legítimo interesse, revogação do consentimento, quando o tratamento depende dele, e, quando aplicável, eliminação. Para exercer, escreva ao encarregado em [email protected]. A conexão com a Google Agenda depende do consentimento do profissional, e ele mesmo pode revogá-lo a qualquer momento em "Desvincular agenda". A revogação vale dali em diante, e ele pode pedir a eliminação do que ficou guardado, menos o registro do consentimento, que é guardado como prova do que foi autorizado.
Paciente de clínica que usa a fulcro deve dirigir o pedido à própria clínica, que é a controladora. Damos a ela todo o suporte técnico. A eliminação respeita a guarda legal de prontuário de 20 anos. Veja também a página de exclusão de conta e dados.
segurança
Usamos criptografia em trânsito e em repouso, controle de acesso por papel, isolamento por clínica, trilha de auditoria e backups cifrados. O acesso da equipe da fulcro à conta de uma clínica, quando necessário para o suporte, é restrito a pessoas autorizadas e fica registrado. Nesse acesso, a equipe não consegue registrar, em nome de quem usa o sistema, nenhum destes aceites: os termos de uso, o aviso de risco do WhatsApp, o termo de risco das campanhas de mensagem, o termo da atendente de inteligência artificial, a autorização do uso extra, a dispensa de nota fiscal e o aviso de avaliação fora do método M.O.V.E.R. Registros clínicos não são apagados: são arquivados, preservando o histórico exigido por lei.